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sábado, 8 de janeiro de 2011

Dia 13


Cantai ao Senhor um cântico novo.
Salmo 96. 1

Hoje ainda há tempo para mudar o tom do nosso cântico,
passar de tom menor para maior;
deixar as lamúrias de lado e experimentar um canto de louvor.

Agradeça, reconheça, alegre-se com as pequenas coisas,
busque o sagrado no cotidiano. Espere por bons resultados, pois no amor de Deus não há espaço para o acaso.

Pode crer, o tipo de pensamento que você priorizar vai determinar a qualidade do seu dia.

terça-feira, 17 de março de 2009

A Gratidão Restaura




Há dois dias resolvi que meu "cântico novo", neste período, será a GRATIDÃO. Há 12 anos trabalho este tema para o Culto de Ação de Graças e ele sempre me foi muito querido.

Trago à memória algumas palavras-chave dessa celebração que deve ser perpetuada por todo o ano:


CELEBRAÇÃO - é um ato feito com solenidade, exaltação, louvor e alegria. A vida pode ser celebrada diáriamente.

ALEGRIA - é fundamental em tempo de festa, mas pode ser exercitada no dia-a-dia: alegria por acordar, por termos família, por encontrarmos amigos no blog, por podermos expressar nossos sentimentos abertamente...

BÊNÇÃO - É presente de Deus, não por merecimento nosso, mas porque Ele é um Pai amoroso.

RECONHECIMENTO - Reconhecer bênçãos precipita novas bênçãos. É lei da vida e um processo que não tem fim.

GRATIDÃO - Deve vir antes, durante e depois da bênção. Antes, em atitude de fé pelo que há de vir. Durante, em alegria pelo presente. Depois, como exercício de memória.

RECORDAR - Recordar bênçãos passadas é trazer à memória fatos que nos trarão energia para um tempo difícil.

RECIPROCIDADE - Exige ação das duas partes. Interagimos com Deus em generosidade recíproca.


Apesar de o conteúdo desta postagem ser uma convicção, pra mim, não deixa de ser objeto de exercício diário. Preciso sempre estar recordando, reafirmando, especialmente agora em que, em meio ao deserto, busco os oásis com água da vida.


Talita

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Por que choras?


"Maria, entretanto, permanecia junto à entrada do túmulo, chorando."


"Maria, por que choras?"

João 20. 11 e 13


Vivemos a lamentar nossa sorte - a saúde, a falta de atenção de um filho, o dinheiro curto, a incompreensão do(a) companheiro(a), dificuldades no trabalho, a jornada dupla da mulher, os pais que não entendem esta geração...


"Choramos", e muito. Será que realmente sabemos por que estamos chorando, ou simplesmente nos lamentamos por hábito?


Assim como Maria Madalena se viu frente a frente com Jesus e não o reconheceu, nós nos deparamos com bênçãos, diáriamente - a presença do Senhor nas nossas vidas - mas continuamos a nos lamentar, porque temos a atenção voltada para a nossa falta.


O hábito de lamentar para conseguir atenção, consolo e amparo não deixa que reconheçamos a presença amorosa do Senhor nos chamando pelo nome, trazendo abundância de vida.


"Maria, por que choras?"


Talita